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Ternuma - Bsb
VÍTIMAS DO TERRORISMO +
O Grupo
Terrorismo Nunca Mais ( TERNUMA www.ternuma.com.br),
neste dezembro de 2007 reverencia a todos os que, em dezembros passados, tombaram
pela fúria política de terroristas. Os seus assassinos, sob a mentira de combater uma
ditadura militar, na verdade queriam implantar uma ditadura comunista em nosso País. Para
isso, atentaram contra o Brasil, desprezando os direitos humanos verdadeiros e os
princípios realmente democráticos. A esses heróis
o reconhecimento da Democracia e a garantia da nossa permanente vigilância, para que o
sacrifício de suas vidas não tenha sido em vão: 15/12/67 Osíris Motta
Marcondes
(Bancário SP) Morto quando
tentava impedir um assalto terrorista ao Banco Mercantil, do qual era o gerente. 17/12/69 Joel Nunes
(Sargento - PM RJ) Neste dia o PCBR
assaltou o Banco Sotto Maior, na Praça do Carmo, no subúrbio carioca de Brás de Pina,
de onde foram roubados cerca de 80 milhões de cruzeiros. Na fuga, obstados por uma
viatura policial, surgiu um violento tiroteio no qual Avelino Bioni Capitani matou o
sargento da PM Joel Nunes. Na ocasião foi preso o terrorista Paulo Sérgio Granado
Paranhos. 18/12/69 Elias dos Santos
(Soldado do Exército RJ) Paulo Sérgio
Granado Paranhos preso no dia anterior ao ser interrogado abriu um
aparelho do PCBR localizado na rua Baronesa de Uruguaiana nº 70, no bairro de
Lins de Vasconcelos. Ali, Prestes de Paula, ao fugir pelos fundos da casa, disparou, à
queima-roupa, um tiro de pistola .45 no soldado do Exército Elias dos Santos que
integrava a equipe que estourou o aparelho. O soldado Elias morreu
momentos depois. A respeito do
soldado Elias, morto em combate no cumprimento do dever, o Ternuma recebeu o seguinte
comovente e-mail: Fico feliz
de achar uma página da Internet a qual faz uma homenagem a uma pessoa que não conheci,
mas com certeza, muito especial. Desde pequena vejo minha avó aos prantos lembrar de seu
filho Elias dos Santos, morto brutalmente por assassinos terroristas. Não conhecia
direito a história, fiquei sabendo agora. Realmente é revoltante saber que a família de
Carlos Lamarca tem direitos que minha avó não teve. Não tenho palavras, só agradeço
Daniele Esteves. 10/12/70 Hélio de Carvalho
Araújo
(Agente da Polícia Federal RJ) No dia 07/12/70
a VPR, Vanguarda Popular Revolucionária, seqüestrou no Rio de Janeiro, o Embaixador da
Suíça no Brasil, Giovani Enrico Bucher. Participaram,
ativamente, da operação os terroristas Adair Gonçalves Reis, Gerson Theodoro de
Oliveira, Maurício Guilherme da Silveira, Alex Polaris de Alvarenga, Inês Etienne Romeu,
Alfredo Sirkis, Herbert Eustáquio de Carvalho e Carlos Lamarca. Após fecharem e
paralisarem o carro que conduzia o Embaixador, Carlos Lamarca bateu com um revólver
Smith-Wesson, cano longo, calibre .38, no vidro do carro. Abriu a porta traseira e a uma
distância de 2 metros atirou, duas vezes, no agente Hélio. Uma das balas seccionou a
medula do policial. Os terroristas
levaram o Embaixador e deixaram o agente agonizando. Transferido para o Hospital Miguel
Couto, faleceu no dia 10/12/70. 13/12/71 Hélio Ferreira de
Moura
(Guarda de Segurança RJ) Morto, por
terroristas, durante assalto contra um carro transportador de valores da Brinks, na
Via Dutra. Os mortos acima
relacionados não dão nomes a logradouros públicos, nem seus parentes receberam
indenizações mas os responsáveis diretos ou indiretos por suas mortes dão nome à
escolas, ruas, estradas e suas famílias receberam vultosas indenizações, pagas com o
nosso dinheiro. Carlos Lamarca
desertou do Exército como capitão. Morreu lutando, não contra a ditadura
como a própria esquerda já reconhece, mas de armas na mão, tentando implantar no
Brasil, uma ditadura no modelo cubano. Sua vítima
fatal, neste seqüestro, foi um Agente da Polícia Federal, morto em serviço, no
cumprimento do dever, dando proteção a um Embaixador, cuja segurança era uma
obrigação do governo brasileiro. A família do assassino Lamarca, por decisão do presidente FHC, recebe a pensão de coronel, porque ele, se não morresse, poderia chegar a este posto. Além disto, sua família recebeu uma polpuda indenização, assim como, todas as famílias de todos os subversivos e terroristas mortos, cerca de 300. Os que permaneceram vivos estão recebendo pensões vitalícias por terem sido perseguidos politicamente. Nenhum senador, nem mesmo Romeu Tuma, um ex-policial e ex-Diretor Geral do Departamento de Polícia Federal, teve a idéia de propor para a família do Agente Hélio, do soldado Elias e das outras quase 200 vítimas, o mesmo tratamento dispensado à família de Lamarca. Na Câmara dos
Deputados, a única voz isolada de protesto, por esta disparidade de tratamento, partiu do
deputado Jair Bolsonaro e não teve o apoio dos outros
parlamentares. TERNUMA REGIONAL BRASÍLIA (ternumabrasilia@terra.com.br)
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