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ACORDA BRASIL! É HORA DA VIRADA! // Coronel da Reserva do Exército Brasileiro Francisco Vanderlei Teixeira de Oliveira - AMAN 1975 - 28/05/2017

Nenhuma grande Nação alcançou patamares de dignidade para com o seu povo sem o necessário sacrifício de todos os atores desse processo natural de evolução social. Por mais que queiramos transferir as responsabilidades para outrem o sujeito mais importante dessa mudança é cada um de nós.
Na atual conjuntura nacional nós perdemos o direito de esperar para que alguma alma iluminada tenha o poder de agir com vara de condão e, num passe de mágica, proporcionar as transformações que tanto necessitamos, individual e coletivamente.
Ou assumimos o nosso papel como combatentes de primeira linha contra o cenário montado nos bastidores das casas legislativas e nos executivos, a nível federal, estadual e municipal, ou continuaremos sendo tapeados pelos nossos representantes.
A mais nova faceta que se apresentará é o “Acordão” que está sendo sorrateiramente construído nos porões do Congresso Nacional, com o aval do Governo Federal, para formulação da estratégia de proteção de figuras expressivas da política nacional que estão em “papos de aranha” no emaranhado de processos que correm na justiça.
Os apelos pela “injustiça” são tão escancarados que a interpretação das Leis tem mudado conforme a conveniência de cada momento ou de cada pessoa que está sendo alvo dos processos. A jurisprudência já não é mais mantida como referencial emblemático, respaldada pela profunda interpretação dos ditames legais, tornando permissivos os desvios inoportunos e tendenciosos dos julgadores.
A rotina da luta pelo poder alcançou nível elevado de acirramento e tende a nos colocar em situação crítica de descontrole social. Já não há mais limite na ação dos que desejam a desestabilização política e social, criando o ambiente propício para a radicalização. Corremos sérios riscos de entrarmos em convulsão social e termos a necessidade do uso das Forças Armadas para conter os excessos e os abusos de quem quer que seja. Esse pode não ser o melhor caminho, pois os resultados são imprevisíveis.
No mundo atual as ambições individuais tem se tornado uma marca unificada e as potencialidades de cada um estão dando espaço ao “seja o que Deus quiser”. Esse adestramento tem tirado de nós a capacidade de reagir aos desafios que se apresentam. É justo nesse ponto que estamos pecando diante da burocracia imposta pelos dirigentes em todos os níveis, tanto no setor público quanto nas diversas atividades empresariais. Estamos admitindo a perda do controle sobre nós mesmos e nos tornando o produto acabado da “imbecilização” do ser humano.
A questão que se apresenta é “onde queremos chegar”? Aceitaremos pacificamente as manipulações dos políticos, empresários, juristas, religiosos e toda a corja de interesseiros que nos cercam e continuaremos a ter os nossos sonhos tolhidos? Deixaremos que as minorias espalhafatosas e que não nos representam assumam a direção da peça teatral e nos limite na busca da nossa felicidade?  Continuaremos a fingir que aceitamos as respostas rasteiras que tem sido dada às grandes questões de interesse da sociedade e subjugando a nossa inteligência? Estamos sendo tratados como seres humanos ou como ratos?
Não podemos ceder à farsa montada pelos nossos contendores de qualquer ideologia, agremiação partidária, atividade empresarial, pregação religiosa ou de operadores da justiça. Mentiras não podem se eternizar como verdades. Precisamos urgentemente nos libertar dessas amarras. O nosso silêncio será a aceitação do “status quo” reinante. Não aceitaremos continuar acuados. Devemos assumir o papel de protagonistas ante os desafios que determinarão a saída do “engodo programático” e o futuro das novas gerações.
Precisamos acreditar que o Brasil e a nossa brava gente são infinitamente maiores do que algumas pessoas ou grupos que tem por objetivo exclusivo a satisfação dos seus interesses. Essas figuras são passageiras e não incorporam o real objetivo dos brasileiros. O que fica em definitivo é aquilo que temos como riquezas naturais e o que almejamos como massa humana determinada. É essa a máquina impulsionadora rumo ao futuro como Nação desenvolvida.
A nossa fé no país e o apoio incondicional às instituições sérias será a mais produtiva e efetiva saída para a crise que está instalada. Precisamos reunir as forças do bem para proporcionar as mudanças de rumo e tirar a Nação das garras dos malfeitores. Que os ares dessa construção nacional possam finalmente libertar o nosso povo e que essa virada seja determinante para a felicidade de todos os brasileiros. Será a nossa marcha para a busca da dignidade perdida.
“As pessoas só ficam realmente interessantes quando começam a sacudir as grades de suas gaiolas”, disse o escritor e produtor suíço Alain de Botton.
Acorda Brasil ! É a hora da virada!

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