|
[left.htm]
| |
Memorial 1964
O
clamor das manifestações públicas e sociais do início de 1964 desaguou no Movimento
Democrático de 31 de março, marco imorredouro da evolução política nacional, quando
as forças democráticas, lideradas pelas Forças Armadas e em defesa da nossa Soberania,
impediram que o comunismo internacional tomasse o poder.Eterna homenagem aos que lutaram
em prol da Democracia e da Liberdade.
Relação cronológica dos mortos pelas mãos de terroristas entre os anos de 1964 a 1974
|
Nr |
Data |
Nomes |
Fatos |
| 1 |
12/11/64 |
Paulo
Macena
Vigia - RJ |
Explosão de bomba - deixada por uma organização comunista nunca identificada,
em protesto contra a aprovação da Lei Suplicy, que extinguiu a UNE e a UBES -
no Cine Bruni Flamengo, com seis feridos graves e 1 morto, o vigia PAULO
MACENA.
|
|
2 |
27/03/65
|
Carlos Argemiro Camargo
Sargento do Exército – Paraná
|
Emboscada de um grupo de militantes da Força Armada
de Libertação Nacional (FALN), chefiado pelo ex-Cel EB Jeffersom Cardim de
Alencar Osorio, com o assassinato a tiros do 3º Sgt Inf EB CARLOS ARGEMIRO DE
CAMARGO da 2ª Cia Inf de Francisco Beltrão/PR, que deixou viúva grávida de
sete meses |
|
3 |
25/07/66 |
Edson Régis de Carvalho
Jornalista - PE)
|
Explosão de bomba no Aeroporto
Internacional de Guararapes, com 15 feridos e 2 mortos, o jornalista EDSON
REGIS DE CARVALHO e o almirante NELSON GOMES FERNANDES. |
|
4 |
25/07/66 |
Nelson Gomes Fernandes
Almirante - PE
|
Morto no mesmo atentado. Além das duas vítimas fatais ficaram
feridas 17 pessoas, entre elas o então coronel do Exército Sylvio Ferreira da
Silva que, além de fraturas expostas, teve amputados quatro dedos da mão
esquerda e Sebastião Tomaz de Aquino, o Paraíba, guarda civil que teve a
perna direita amputada.
"Um dos executores do atentado, revelado pelas pesquisas e entrevistas
de Gorender, é Raimundo Gonçalves de Figueiredo, codinome CHICO, que viria a
ser morto pela Polícia Civil, em abril de 1971, já como integrante da
VAR-PALMARES". (Nos Porões da Ditadura - de Raymundo Negrão Torres). |
|
5 |
28/09/66 |
Raimundo de Carvalho
Andrade
Cabo PM – GO)
|
Em meados de 1966, eram numerosas as agitações estudantis
em várias cidades do Brasil, com numerosos incêndios suspeitos em São Paulo e
conflitos no Rio de Janeiro e na Bahia. Apesar da proibição, foi realizado,
em Belo Horizonte, o 28º Congresso da UNE, entidade que estabeleceu a data de
22 de setembro para ser o “Dia Nacional de Luta Contra a Ditadura”.
Tarzan de Castro (Luis, Osvaldo, Rogério, Sérgio), além de
líder estudantil em Goiânia, era um militante que, em junho de 1966, havia
liderado uma dissidência do Partido Comunista do Brasil (PC do B), que iria
formar uma das mais violentas organizações terroristas daquela época, a Ala
Vermelha. Preso na Fortaleza de Santa Cruz, em Niterói, chegaram as falsas
notícias de que ele havia morrido na prisão e de que seu corpo chegaria no
aeroporto de Goiânia à meia noite de 28/09/66, uma quarta feira.
Em protesto, estudantes, dirigidos por agitadores
comunistas, resolveram invadir e ocupar o Colégio Estadual Campinas. A
diretora solicitou policiamento. A POLÍCIA MILITAR , então, reuniu os PMs que
não faziam parte do policiamento de rua, tais como cozinheiros burocratas,
carpinteiros, etc... Por volta das 20:00 horas, quando a “tropa”, armada com
fuzis modelo 1908, com tiros de festim, chegou ao colégio – que estava
invadido – foi recebida por tiros vindos do seu interior, ocasião em que foi
atingido, mortalmente, o cabo Raimundo de Carvalho Andrade que era o alfaiate
da corporação.
A “vítima” viva, Tarzan de Castro, até recentemente
destacado empresário do ramo de armazém de estocagens de grãos, com um dos
maiores armazéns de Goiás, reivindica atualmente, como “vítima” da Revolução
de 31 de março, as seguintes indenizações:
Do governo de Pernambuco, pelo o seu envolvimento no
inquérito do chamado Movimento Julião;
Do Governo do Distrito Federal, por haver respondido a
inquéritos promovidos pelo Comando Militar do Planalto;
Do Governo de Minas Gerais, por ser a sede da Região
Judiciária Militar, para onde seguiram seus processos;Do Governo do Estado de
Goiás, através da lei estadual nº 14067/010, ao lado de inúmeras outras
pessoas catalogadas como “vítimas” da Revolução de 1964, generosa
indenização.
A vítima morta, cabo Raimundo de Carvalho Andrade, que era o alfaiate da Polícia Militar de Goiás,
homem simples - não especialista em
assuntos de segurança e designado pelos seus superiores para completar uma
equipe, visando a coibir os tumultos gerados pelo episódio inverídico ligado
a Tarzan de Castro - está esquecida. Não se tem notícia de que seus humildes
familiares tenham recebido qualquer indenização ou apoio especial dos
governos estadual ou federal (colaboração do co-irmão, Grupo Anhangüera).
|
|
6 |
24/11/67 |
José
Gonçalves Conceição (Zé Dico)
Fazendeiro - SP
|
Morto por Edmur Péricles de Camargo,
integrante da Ala Marighela, durante a invasão da fazenda Bandeirante, em
Presidente Epitácio. Zé Dico foi trancado num quarto, torturado e,
finalmente, morto com vários tiros. O filho do fazendeiro que tentara socorrer
o pai foi baleado por Edmur com dois tiros nas costas.
|
|
7
|
15/12/67
|
Osíris Motta
Marcondes
Bancário – SP)
|
Morto quando tentava impedir um assalto
terrorista ao Banco Mercantil, do qual era o gerente.
|
|
8
|
10/01/68
-
|
Agostinho
Ferreira Lima
-
(Marinha Mercante - Rio
Negro / AM)
|
No dia 06/12/67, a lancha da
Marinha Mercante "Antônio Alberto" foi atacada por um grupo de nove
terroristas, liderados por Ricardo Alberto Aguado
Gomes "Dr. Ramon", o qual, posteriormente, ingressou na Ação
Libertadora Nacional (ALN). Neste ataque Agostinho Ferreira Lima foi
ferido gravemente, vindo a falecer no dia 10/01/68.
|
|
9 |
31/05/68 |
Ailton de Oliveira
Guarda
Penitenciário - RJ
|
O Movimento Armado
Revolucionário (MAR), montou uma ação para libertar nove de seus membros que
cumpriam pena na Penitenciária Lemos de Brito (RJ) e que uma vez libertados
deveriam seguir para região de Conceição de Jacareí, onde o MAR pretendia
estabelecer o “embrião do foco guerrilheiro”.
No dia 26/05/68 o estagiário Júlio
César entregou à funcionária da penitenciária Natersa Passos, dentro de um
pacote, três revólveres calibre 38 que seriam usados pelos
Às 17:30 horas os
subversivos, ao iniciarem a fuga foram surpreendidos pelos guardas
penitenciários Ailton de Oliveira e Jorge Félix Barbosa. Os guardas foram
feridos pelos presos em fuga, sendo que Ailton de Oliveira veio a falecer
cinco dias depois, em 31/05/68.
Ainda ficou gravemente
ferido o funcionário da Light, João Dias Pereira que se encontrava na calçada
da penitenciária.
O autor dos disparos que
atingiram o guarda Ailton foi o terrorista Avelino Brioni Capitani
|
|
10 |
26/06/68 |
Mário Kozel Filho
Soldado do Exército - SP
|
Em 1968 o jovem Mário Kozel Filho é convocado para servir à Pátria e
defendê-la contra possíveis agressões internas ou externas.
Na mesma época o capitão Carlos Lamarca, formado pela Academia Militar das
Agulhas Negras, serve no 4ºRI, em Quitaúna, SP.
O capitão Lamarca, no dia 24/01/68, trai a Pátria que jurou defender. Rouba
do 4ºRI muitos fuzis, metralhadoras e munição, deserta e entra na
clandestinidade. O material bélico roubado é entregue à Vanguarda Popular
Revolucionária, VPR, uma organização terrorista que Lamarca já integrava
antes de desertar.
O soldado Kozel continua servindo, com dedicação a Pátria que jurou defender.
No dia 26/06/68, como sentinela, zela pela segurança do Quartel General do II
Exército. Às 04:30 horas ele está vigilante em sua guarita. A madrugada é
fria e com pouca visibilidade. Neste momento, um tiro é disparado por uma
sentinela contra uma camioneta que desgovernada tenta penetrar no Quartel.
Seu motorista saltara dela em movimento, após acelerá-la e direcioná-la para
o portão do QG. O soldado Rufino, também sentinela, dispara 6 tiros contra o
mesmo veículo que, finalmente, bate na parede externa do quartel. Kozel sai
do seu posto e corre em direção ao carro, para ver se há alguém no seu
interior. Há uma carga com 50 quilos de dinamite que, segundos depois,
explode e espalha destruição e morte num raio de 300metros. Seu corpo é
dilacerado. Os soldados João Fernandes, Luiz Roberto Julião e Edson Roberto
Rufino estão muito feridos. É mais um ato terrorista da organização chefiada
por Lamarca, a VPR.
Participaram deste crime hediondo os terroristas Diógenes José de Carvalho
Oliveira (o Diógenes do PT, com implicações com bicheiros no governo Olívio
Dutra/RS), Waldir Carlos Sarapu, Wilson Egídio Fava, Onofre Pinto, Edmundo
Coleen Leite, José Araújo Nóbrega, Oswaldo Antônio dos Santos, Dulce de Souza
Maia, Renata Ferraz Guerra Andrade e José Ronaldo Tavares de Lima e Silva.
Lamarca continuou na VPR, seqüestrando, assaltando, assassinando e praticando
vários outros atos terroristas, até o dia em que morreu, de arma na mão
enfrentando uma patrulha do Exército que o encontrou no interior da Bahia em
1971. Sua família passou a receber a pensão de coronel porque Lamarca, se não
tivesse desertado, poderia chegar a este posto.
Apesar de todos os crimes hediondos que cometeu, sendo o mais torpe deles o
assassinato a coronhadas de seu prisioneiro Tenente PM Alberto Mendes Júnior,
Lamarca é apontado como herói pelos esquerdistas brasileiros. Ruas passam a
ter seu nome. Tentam colocar seus restos mortais num Mausoléu na Praça dos
Três Poderes, em Brasília. Um filme é feito para homenageá-lo.
Mário Kozel Filho, soldado cumpridor dos seus deveres, cidadão brasileiro que
morreu em serviço, está totalmente esquecido. Além do esquecimento a Comissão
dos Mortos e Desaparecidos que já concedera vultosas indenizações às famílias
de muitos terroristas que nunca foram considerados desaparecidos, resolveu
indenizar, também, a família Lamarca, numa evidente provocação às Forças
Armadas e desrespeito às famílias de Mário Kozel Filho e de muitos outros que
com ele morreram em conseqüência de atos terroristas.
|
|
11 |
27/06/68
|
Noel de Oliveira Ramos
Civil - RJ
|
Morto com um tiro no coração, em
conflito na rua. Estudantes distribuíam no Largo de São Francisco, panfletos
a favor do governo e contra as agitações estudantis conduzidas por militantes
comunistas.
Gessé Barbosa de Souza, eletricista e militante da VPR, conhecido como
"Juliano" ou "Julião" infiltrado no movimento, tentou
impedir a manifestação com uma arma. Os estudantes, em grande maioria, não se
intimidaram e tentaram segurar Gessé que fugiu atirando, atingindo
mortalmente Noel de Oliveira Ramos e ferindo o engraxate Olavo Siqueira.
|
|
12
|
27/06/68
|
Nelson de Barros
Sargento PM - RJ
|
No início de junho de 1968, no Rio de Janeiro, pequenas passeatas
realizadas em Copacabana e na rua Uruguaiana, pressagiaram as grandes
agitações que estavam por vir, ainda nesse mês, e que ficaram conhecidas
como "As Jornadas de Junho".
No dia 19/06/68, cerca de 800 estudantes, liderados por Wladimir Palmeira,
tentaram tomar de assalto o edifício do Ministério da Educação e Cultura, no
Rio de |Janeiro.
No dia seguinte, cerca de 1500 estudantes invadiram e ocuparam a Universidade
Federal do Rio de Janeiro, na Avenida Pasteur, fazendo com que professores e
membros do Conselho Universitário passassem por vexames, obrigando-os a
saírem por uma espécie de corredor polonês formado por centenas de
estudantes.
Vinte e quatro horas depois, em 21/06/68, também ao meio dia, foi realizada
nova passeata no centro do Rio. Conhecido como a "Sexta feira Sangrenta",
este dia foi marcado por brutal violência Cerca de 10.000 pessoas, os
estudantes engrossados por populares, ergueram barricadas, incendiaram carros, agrediram
motoristas, saquearam lojas, atacaram a tiros a embaixada americana e as
tropas da Polícia Militar. No final da noite, mais de 10 mortos, e centenas
de feridos atestavam a violência dos confrontos. Entre os feridos graves
estava o sargento da Polícia Militar Nelson de Barros que veio a falecer no
dia 27/06/68.
A violência estudantil continuou no dia 22, quando tentaram, sem sucesso,
ocupar a Universidade de Brasília, (UNB), e no dia 24, em São Paulo, quando
realizaram uma passeata no centro da cidade, depredando a Farmácia do
Exército, o City Bank e a sede do jornal "O Estado de São Paulo". No dia 26,
no Rio de Janeiro ocorreu a "Passeata dos Cem Mil".
|
|
13
|
01/07/68 -
|
Edward Ernest Tito Otto Maximilian Von Westernhagen
Major do Exército Alemão - RJ
|
Morto no Rio de Janeiro onde fazia o Curso da Escola de Comando e Estado
Maior do Exército. Assassinado na rua Engenheiro Duarte, Gávea, por ter sido
confundido com o major boliviano Gary Prado, suposto matador de Che Guevara,
que também cursava a mesma escola.
Autores: Severino Viana Callou, João Lucas Alves e um terceiro não
identificado, todos da organização terrorista denominada COLINA- Comando de
Libertação Nacional.
|
|
14
|
07/09/68
|
Eduardo Custódio de
Souza
Soldado PM – SP
|
Morto, com sete tiros, por terroristas de uma organização
não identificada quando de sentinela no DEOPS, em São Paulo.
|
|
15
|
20/09/68
|
Antônio Carlos
Jeffery
Soldado PM – SP
|
Morto a tiros quando de sentinela no quartel da então Força Pública de São Paulo (atual PM) no
Barro Branco.
Organização terrorista que praticou o assassinato:
Vanguarda Popular Revolucionária.
Assassinos:
Pedro Lobo de Oliveira;
Onofre Pinto;
Diógenes José Carvalho de Oliveira, atualmente conhecido como
o Diógenes do PT, ex-auxiliar de Olívio Dutra no Governo do RS.
|
|
16
|
12/10/68
|
Charles Rodney Chandler
Cap. do Exército dos Estados Unidos - SP
|
Herói na guerra com o
Vietnã, veio ao Brasil para fazer o Curso de Sociologia e Política, na Fundação
Álvares Penteado, em São Paulo/SP.
No início de outubro
/68, um "Tribunal Revolucionário", composto pelos dirigentes da VPR
(Vanguarda Popular Revolucionária), Onofre Pinto (Augusto, Ribeiro, Ari),
João Carlos Kfouri Quartin de Morais (Manéco) e Ladislas Dowbor (Jamil),
condenou o capitão Chandler à morte, porque ele "seria um agente da
CIA".
Os levantamentos da
rotina de vida do capitão foram realizados por Dulce de Souza Maia (Judite).
O capitão Chandler
quando retirava seu carro das garagem para seguir para a Faculdade, foi
assassinado, friamente, com 14 tiros de metralhadora e vários tiros de
revólver, na frente da sua esposa Joan e seus 3 filhos.
O grupo de execução era constituído pelos terroristas Pedro Lobo
de Oliveira (Getúlio), Diógenes José de Carvalho Oliveira (Luis, Leonardo,
Pedro) e Marco Antônio Bráz de Carvalho (Marquito).
Obs:
Diógenes José de Carvalho Oliveira, também conhecido como Diógenes
do PT, na década de 90 ingressou nos quadros do PT/RS, sempre assessorando seus
líderes mais influentes. Diógenes foi o Presidente do Clube de Seguros da
Cidadania de Porto Alegre, orgão encarregado de coletar fundos para o PT.
João Carlos Kfouri
Quartin de Morais é, atualmente Professor Titular de Filosofia e Ciências da
UNICAMP e,
Ladislas Dowbor
Professor Titular de Economia da PUC/SP e trabalha no Instituto de Economia
da UNICAMP. Saiba mais em Recordando a História/Justiçamentos
|
|
17
|
24/10/68
|
Luiz Carlos Augusto
civil - RJ
|
Morto, com 1 tiro,
durante uma passeata estudantil.
-
|
|
18
|
25/10/68
|
Wenceslau Ramalho Leite
civil - RJ
|
Morto, com 4 tiros de
pistola Luger 9mm, durante o roubo de seu carro, na avenida 28 de Setembro,
Vila Isabel, RJ.
Autores: Murilo Pinto da
Silva (Cesar ou Miranda) e Fausto Machado Freire(Ruivo ou Wilson) ambos
integrantes da Organização Terrorista COLINA(Comando de Libertação Nacional).
|
|
19
|
07/11/68
|
Estanislau
Ignácio Correia
Civil - SP
|
Morto pelos
terroristas Ioshitame Fugimore, Oswaldo Antônio dos Santos e Pedro Lobo
Oliveira, todos integrantes da Vanguarda Popular Revolucionária(VPR), quando
roubavam seu automóvel na esquina
das ruas Carlos Norberto Souza Aranha e Jaime Fonseca Rodrigues, em São
Paulo.
|
|
20
|
07/01/69
-
|
Alzira
Baltazar de Almeida -
Dona de casa - Rio de
Janeiro / RJ
|
Uma bomba jogada por terroristas,
embaixo de uma viatura policial, estacionada em frente à 9ª Delegacia de Polícia,
ao explodir, matou a Sra. Alzira, uma vítima inocente, que na ocasião
transitava na rua.
|
|
21
|
11/01/69
|
Edmundo
Janot -
Lavrador - Rio de Janeiro /
RJ
|
Morto a tiros, foiçadas
e facadas por um grupo de terroristas que haviam montado uma base de
guerrilha nas proximidades da sua fazenda.
|
|
22
|
29/01/69
|
Cecildes
Moreira de Faria -
Subinspetor de Polícia -
BH/ MG
|
|
|
23
|
29/01/69
-
|
José
Antunes Ferreira
Guarda Civil-BH/MG
|
O terrorista Pedro Paulo
Bretas "Kleber" ao ser interrogado "entregou" um
"aparelho" do Comando de Libertação Nacional (Colina), na rua
Itacarambu nº 120, bairro São Geraldo.
Imediatamente, os policiais se dirigiram para o local e quando se anunciaram
como policiais, foram recebidos por rajadas de metralhadoras,
disparadas por Murilo Pinto Pezzuti da Silva , "Cesar' ou
"Miranda", que mataram o subinspetor. Cecildes Moreira
da Silva que deixou viúva e oito filhos menores, e o guarda civil José Antunes
Ferreira ,ferindo, ainda, o investigador José Reis de Oliveira.
Foram presos no interior do "aparelho" o assassino Murilo Pinto
Pezzuti da Silva o os terroristas do Colina:
Afonso Celso L.Leite "Ciro".
Mauricio Vieira de Castro "Carlos"
Nilo Sérgio Menezes Macedo
J ulio Antonio Bittencourt de Almeida "Pedro"
Jorge Raimundo Nahas "Clovis"ou "Ismael" e
Maria José de Carvalho Nahas "Celia"ou "Marta".
No interior do " aparelho" foram apreendidos 1 fuzil FAL ,5
pistolas, 3 revóveres, 2 metralhadoras, 2 carabinas, 2 granadas de mão, 702
bananas de dinamite, fardas da PM e dinheiro de assaltos.
|
|
24
|
14/04/69
|
Francisco Bento da Silva
Motorista – SP
|
Morto durante um assalto,
praticado pela Ala Vermelha do PC do B, ao carro pagador (uma Kombi) do Banco
Francês-Italiano para a América do Sul, na Alameda Barão de Campinas, quando
foram roubados vinte milhões de cruzeiros. Participaram desta ação os terroristas:
Élio Cabral de Souza, Derly José de Carvalho, Daniel José de
Carvalho, Devanir José de Carvalho, James Allen Luz, Aderval Alves Coqueiro, Lúcio da Costa
Fonseca, Gilberto Giovanetti, Ney Jansen
Ferreira Júnior, Genésio Borges de Melo e Antônio Medeiros Neto
|
|
25
|
14/04/69
|
Luiz Francisco da Silva
Guarda bancário –SP
|
Morto
durante o assalto acima explanado, praticado pela Ala Vermelha do PC do B, ao
carro pagador (uma Kombi) do Banco Francês-Italiano para a América do Sul, na
Alameda Barão de Campinas, quando foram roubados vinte milhões de cruzeiros.
|
|
26
|
08/05/69
|
José de Carvalho
Investigador de Polícia – SP)
|
Atingido com um tiro na boca, durante
um assalto ao União de Bancos Brasileiros, em Suzano, no dia 07 de maio, vindo
a falecer no dia seguinte.
Nessa ação, os terroristas feriram,
também, Antonio Maria Comenda Belchior e Ferdinando Eiamini.
Participaram os seguintes terroristas
da Ação Libertadora Nacional (ALN): Virgílio Gomes da Silva, Aton Fon Filho,
Takao Amano, Ney da Costa Falcão, Manoel Cyrilo de Oliveira Neto e João
Batista Zeferino Sales Vani.
Takao Amano
foi baleado na coxa e operado, em um “aparelho médico” por Boanerges de Souza
Massa, médico da ALN.
|
|
27
|
09/05/69
|
Orlando Pinto da Silva
Guarda Civil – SP
|
Morto com dois tiros, um na nuca e
outro na testa, disparados por Carlos Lamarca, durante assalto ao Banco Itaú,
na rua Piratininga, Bairro da Mooca. Na ocasião também foi esfaqueado o
gerente do Banco, Norberto Draconetti.
Organização responsável por esse
assalto: Vanguarda Popular Revolucionária (VPR).
|
|
28
|
27/05/69
|
Naul José
Montovani
Soldado PM – SP
|
Em 27/05/69 foi realizada uma
ação contra o 15º Batalhão da Força Pública de São Paulo, atual PMESP, na
Avenida Cruzeiro do Sul, SP/SP.
Os terroristas Virgílio Gomes da
Silva, Aton Fon Filho, Carlos Eduardo Pires Fleury, Maria Aparecida Costa,
Celso Antunes Horta e Ana Maria de Cerqueira César Corbisier, metralharam o
soldado Naul José Montovani que estava de sentinela e que morreu
instantaneamente. O soldado Nicário Conceição Pulpo que acorreu ao local ao
ouvir os disparos, foi gravemente ferido na cabeça, tendo ficado paralítico.
|
|
29
|
04/06/69
|
Boaventura Rodrigues da Silva
Soldado PM - SP
|
Morto por terroristas durante assalto ao Banco Tozan.
|
|
30
|
22/06/69
|
Guido Boné
Soldado PM - SP
|
Morto por militantes da ALN que atacaram e incendiaram a radio-patrulha RP 416,
da então Força Pública de São Paulo, hoje Polícia Militar, matando os seus
dois ocupantes, os soldados Guido Bone e Natalino Amaro Teixeira, roubando
suas armas.
|
|
31
|
22/06/69
|
Natalino Amaro Teixeira
Soldado PM -
SP
|
Morto por militantes da ALN na ação
acima explanada.
|
|
32
|
11/07/69
|
Cidelino Palmeiras do Nascimento
Motorista de táxi - RJ
|
Morto a tiros quando conduzia em seu carro, policiais que perseguiam terroristas
que haviam assaltado o Banco Aliança, agência Muda.
Participaram deste assassinato os terroristas Chael Charles Schreier, Adilson
Ferreira da Silva, Fernando Borges de Paula Ferreira, Flávio Roberto de
Souza, Reinaldo José de Melo, Sônia Eliane Lafóz e o autor dos disparos Darci
Rodrigues, todos pertencentes a organização terrorista VAR-Palmares.
|
|
33
|
24/07/69 -
|
Aparecido dos Santos Oliveira
Soldado PM - SP
|
Neste dia, atuando em "frente " foi assaltado o Banco
Bradesco, na rua Turiassu, no Bairro de Perdizes, de onde foram roubados sete
milhões de cruzeiros. Participaram da ação:
· Pelo Grupo de Expropriação e Operação: Devanir José de Carvalho, James
Allen Luz, Raimundo Gonçalves de Figueiredo, Ney Jansen Ferreira Júnior, José
Couto Leal;
· Pelo Grupo do Gaúcho: Plínio Petersen Pereira, Domingos Quintino dos
Santos, Chaouky Abara;
· Pela VAR-Palmares: Chael Charles Schreier, Roberto Chagas e Silva, Carmem
Monteiro dos Santos Jacomini e Eduardo Leite.
Essa ação terminou de forma trágica: Raimundo Gonçalves Figueiredo baleou o
soldado da então Força Pública do Estado de São Paulo, atual PMESP, Aparecido
dos Santos Oliveira que, já caído, recebeu mais quatro tiros disparados por
Domingos Quintino dos Santos.
|
|
34
|
20/08/69
|
José Santa Maria
| |