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Ternuma - Bsb
VÍTIMAS DO
TERRORISMO Um conhecido humorista comentou, recentemente, que tem saudade dos "anos de chumbo", uma vez que àquela época os terroristas brasileiros tão-somente pegavam em armas, pois não trabalhavam no governo... Há mais de oito anos, porém, assassinos, seqüestradores, farsantes e falsários dão as cartas e fazem a regra do jogo de governos, desvirtuando uma anistia - idealizada como ampla geral e irrestrita - para privilegiar, com pecúnia e bajulação, duas gerações de comunistas criminosos, que ensangüentaram o Brasil a soldo de ditaduras estrangeiras, sob a falácia de lutar pela democracia. Em 1935, a
primeira geração de assassinos vermelhos deu provas sobejas do desamor pelo Brasil e do
fanatismo pelo qual exercia a sua opção política. Crueldade, frieza e barbárie foram a
tônica de uma ação traiçoeira, pela qual mataram brasileiros fardados, no sombrio da
noite, para intentar contra o País. Nos anos sessenta e setenta, a segunda geração
prosseguiu na perfídia, enlutando famílias e promovendo o terror, nos episódios que
hoje ostentam como o galardão de um combate à "ditadura dos generais". Pelos
"serviços prestados" são recompensados com generosas indenizações e
pensões, com as quais aventureiros de alta estirpe também sugam os cofres públicos. Se
ontem imolavam brasileiros de bem, agora sangram os inocentes e impotentes contribuintes,
na sanha por dinheiro e poder. Neste 27 de novembro de 2003, certamente, a mídia comprometida com as duas gerações fará juras de amor a essas camarilhas, batizando ruas e obras públicas com os nomes de criminosos, que ontem só eram vultos por agirem encobertos pela sombra.
O Grupo TERNUMA contrapondo-se ao esforço de camuflar o passado, traz à memória de
todos os brasileiros as vítimas das duas tentativas de impor ao Brasil o totalitarismo
comunista. 1. Vítimas da Intentona Comunista de
1935
2. Vítimas do terrorismo comunista em outros novembros
12/11/64 - Paulo Macena (Vigia - RJ) Morto durante a explosão de uma bomba colocada Cine Bruni, no bairro do Flamengo, no Rio de Janeiro. Também ficaram feridas seis pessoas.
24/11/67 - José Gonçalves Conceição (Zé Dico) (Fazendeiro
- SP) Morto por Edmur Péricles de Camargo, integrante da Ala Marighela, durante a invasão da fazenda Bandeirante, em Presidente Epitácio. Zé Dico foi trancado num quarto, torturado e, finalmente, morto com vários tiros. O filho do fazendeiro que tentara socorrer o pai foi baleado por Edmur com dois tiros nas costas.
07/11/68 - Estanislau Ignácio Correia (Civil - SP) Morto
pelos terroristas Ioshitame Fugimore, Oswaldo Antônio dos Santos e Pedro Lobo
Oliveira, todos integrantes da Vanguarda Popular Revolucionária(VPR), quando roubavam seu
automóvel na esquina das ruas Carlos
Norberto Souza Aranha e Jaime Fonseca Rodrigues, em São Paulo.
04/11/69 - Estela Borges Morato
(Investigadora
do DOPS - SP) Morta
a tiros quando participava da operação em que morreu o terrorista Carlos Marighela.
04/11/69 ? Friederich Adolf Rohmann
(Protético
- SP) Morto durante a operação que resultou na morte do terrorista Carlos Marighela.
07/11/69 - Mauro Celso Rodrigues (Soldado
PM - MA) Morto em uma emboscada, durante a luta travada entre lavradores de terra, incitados por militantes da Ação Popular(AP).
14/11/69 - Orlando Girolo (Bancário
- SP) Morto por terroristas durante assalto ao Banco Brasileiro de Descontos(Bradesco).
17/11/69 - Joel Nunes (Sub-Tenente
PM - RJ) Morto
a tiros por Avelino Bioni Capitani, durante um assalto da Organização Terrorista PCBR
(Partido Comunista Brasileiro Revolucionário) ao Banco Sotto Mayor, na Praça do Carmo,
Rio de Janeiro.
10/11/70 - José Marques do Nascimento (Civil
- SP) Morto por terroristas em confronto com policiais.
10/11/70 - Garibaldo de Queiroz (Soldado
PM - SP) José Aleixo Nunes (Soldado
PM - SP) Mortos em confronto com terroristas da VPR (Vanguarda Popular Revolucionária) que faziam uma panfletagem armada na Vila Prudente, São Paulo. 01/11/71
- Nelson Martinez Ponce (Cabo
PM - SP) Metralhado
por Aylton Adalberto Mortati, durante um atentado praticado por cinco terroristas do
MOLIPO (Movimento de Libertação Popular), contra um ônibus da Empresa de Transportes
Urbano S/A, em Vila Brasilândia, São Paulo. 10/11/71
- João Campos (Cabo
PM - SP) Morto na estrada de Pindamonhangaba, ao interceptar um carro que conduzia terroristas armados. 22/11/71
- José Amaral Vilela (Guarda
de segurança - RJ) Neste dia os terroristas Sérgio Landulfo Furtado, Norma Sá Ferreira, Nelson Rodrigues Filho, Paulo Roberto Jabour, Thimothy William Watkin Ross e Paulo Costa Ribeiro Bastos assaltaram um carro-forte da firma TRANSPORT, na Estrada do Portela, em Madureira. O guarda José Amaral Vilela foi morto a rajadas de metralhadora e ficaram feridos os guardas Sérgio da Silva Taranto, Emílio Pereira e Adilson Caetano da Silva. 27/11/71 - Eduardo Timóteo Filho (Soldado
PM - RJ) Morto
por terroristas, durante assalto contra as Lojas Caio Marti.
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