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ROGÉRIO MENDELSKI
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LEGITIMANDO O TERROR
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As Farc
passaram para trás os “estadistas” que foram avalizar a
entrega de três reféns para Hugo Chávez, outro bocó
latino-americano. A tal missão humanitária que foi para a
selva colombiana terminou legitimando a narco-guerrilha
internacionalmente. Brasil, Argentina, Venezuela e até a
França acreditaram na proposta das Farc e levaram uma
rasteira. Nenhum refém apareceu.
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TÁTICA REPULSIVA
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Hoje
sabe-se que os narco-guerrilheiros querem usar seus reféns
(dizem ser 50 pessoas) para uma negociação de longo prazo e
muita mídia internacional. Os reféns não apareceram porque o
presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, garante que o menino
Emmanuel, filho de uma refém, nascido no cativeiro, não está
mais entre eles.
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O FILME
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Oliver
Stone, o famoso diretor de cinema, gosta de prestigiar atos
dessa ordem. Ser contra o governo do seu país é o seu hobby
cinematográfico preferido. Ele também estava lá na selva
colombiana prestigiando os narco-sequestradores. Vem filme
por aí, com a bandidagem das Farc como atração principal.
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NEGOCIADOR
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Talvez um bom negociador para libertar
reféns em poder das Farc fosse Fernandinho Beira-Mar. Com
seu talento para tratar com criminosos, sua presença na
missão humanitária seria bem mais producente. Não esquecer
que Beira-Mar negociava com os narco-sequestradores. Ele
mandava armas e recebia cocaína.
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