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ENCRUZILHADA DECISIVA
Prof. Marcos Coimbra
Membro efetivo do Centro Brasileiro de Estudos Estratégicos (CEBRES), Professor
aposentado de Economia na UERJ e Conselheiro da ESG.
Ocorreu infelizmente aquilo que era previsível. Uma ação desencadeada por alguns
índios, possivelmente enganados por alienígenas e por seus sicários, que os
utilizaram como “bucha de canhão”, na invasão de propriedade particular de
fazendeiros na região Raposa/Serra do Sol, até o momento com cerca de dez
feridos, quando o assunto está “sub judice”. É nítida a percepção de que estão
procurando fabricar o cadáver de um índio, a qualquer preço, com o objetivo de
sensibilizar a opinião pública internacional e nacional, para conseguir a
demarcação contínua da região, a fim de que prossigam com a exploração por
estrangeiros dos recursos naturais do Brasil.
Chegamos a presenciar o despautério de assistir na televisão “representantes de
uma facção indígena” a afirmar que “se a lei do branco fosse contrária à
demarcação contínua, a lei do índio é que seria aplicada”, ou seja, tomariam a
iniciativa de expulsar pela força os brasileiros que lá estivessem. Isto é muito
grave. É um desrespeito ao Poder Judiciário e a todas as Instituições Nacionais.
Talvez seja fruto da anomia existente na administração atual, caracterizada pela
sucessão de crimes de toda ordem cometidos pelo MST e assemelhados, não só
tolerados como até financiados por órgãos governamentais. A propriedade privada,
rural e urbana, é uma ficção. Não existe Lei, nem Ordem. Cada um faz o que quer,
desde que não contrarie os interesses dos atuais detentores do poder político.
Mandados oriundos do Judiciário são solenemente ignorados. É uma baderna
institucionalizada.
O exemplo anterior ocorreu com a morte de uma missionária estrangeira na rica
região, que provocou na ocasião justamente os efeitos planejados por aqueles que
estão procurando espalhar a cizânia entre o povo brasileiro. No clamor emocional
provocado pelo seu assassinato, inúmeras conseqüências adversas para os
Objetivos Nacionais Permanentes foram alcançadas pelos nossos inimigos.
Imagine o leitor se um índio morrer na região, em decorrência de um conflito
provocado pelos que fingem estar ao lado dos nossos índios, quando, de fato, seu
propósito é o de empregá-los como marionetes, para afastar as Instituições
Nacionais das regiões mais ricas do país. Desejam negar sua utilização por nós,
brasileiros, os legítimos donos, mas com sua exploração, na prática, continuando
a ser feita por estrangeiros de várias nacionalidades que estão na região,
praticando uma variedade incalculável de crimes, sem qualquer repressão ou
punição.
É destituído de fundamento o argumento de que os índios, com a demarcação
contínua, apenas seriam os usufrutuários, com a manutenção da propriedade pela
União. A experiência mostra que tal não ocorre, de fato. Há regiões que já foram
demarcadas nas quais o cidadão brasileiro não entra. Só autorizados por ONGs
patrocinadas por governos, autoridades e empresários estrangeiros. Estradas
federais são bloqueadas, por doze horas, impunemente. Até agora ninguém foi
punido pelo massacre de mais de 20 brasileiros na reserva Roosevelt.
Enquanto nosso acesso é vedado, alienígenas permanecem na área, sob os mais
diferentes pretextos e disfarces, pirateando e roubando, como modernos
corsários, nossas riquezas, explorando nossos irmãos índios. A autoridade
pública se omite, com a honrosa exceção de nossas Forças Armadas. Apesar de
abandonadas, sucateadas pelas três últimas administrações federais em especial,
continuam a ser o único obstáculo à perda de nosso Patrimônio e de nossa
Soberania.
Por esta razão sofrem uma insidiosa campanha de tentativa de desmoralização por
parte da mídia amestrada, regiamente paga pelos que querem “balcanizar” o país.
Não é gratuita a ação deliberada de provocar no Brasil a quebra da coesão
social, através de medidas destinadas a gerar conflitos nunca existentes. Qual a
verdadeira razão de tudo isto? Por que, neste momento, em que o mundo precisa de
alimentos, de água, de áreas agricultáveis, de recursos escassos em quase todos
os continentes, mas abundantes no Brasil, estão procurando jogar brancos, negros
e índios, uns contra os outros? Nosso povo é produto de uma saudável
miscigenação, exemplo ímpar para todos os povos do mundo. Em nosso sangue, com
muito orgulho, corre o sangue amalgamado e integrado do branco, do negro e do
índio. Só existe uma raça, a humana. E, em nosso país, todas as etnias sempre
conviveram em harmonia.
A quem interessa o conflito social? Qual a causa de procurar também atiçar o
ódio religioso entre os diversos credos? Por que a glorificação do
homossexualismo? É conhecido o ditado: “A União faz a força”. A melhor maneira
de destruir uma nação é quebrar a sua unidade, de fora para dentro, empregando
verdadeiros traidores da pátria, de dentro para fora, que se prestam a este
traiçoeiro objetivo.
O Brasil tem todas as condições de ser a potência do terceiro milênio. Isto não
interessa a muitos países. Está em nossas mãos decidir o futuro de nossos
descendentes. Serão cidadãos prósperos ou vassalos de alienígenas?
Correio eletrônico: mcoimbra@antares.com.br
Sítio: www.brasilsoberano.com.br (Artigo escrito em 06.05 para o MM).
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