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Ternuma- Bsb DEFESA PRÓ – ATIVA, at least Ternuma Reginal Brasília Gen. Bda RI Valmir Fonseca AZEVEDO Pereira
Como sabemos, na agenda da esquerda existe um alvo fixo e compensador, o Cel. Ustra. Felizmente, para os seus terroristas inimigos, o alvo resiste corajosamente, e a cada dia, recebe novos reforços dispostos a apóia – lo, cerrando com ele, ombro – a - ombro. Atualmente, não bastassem as perseguições jurídicas, ao abrigo da lei, surgem violentas e tendenciosas difamações e distorções jornalísticas para denegri - lo. Lendo e relendo os antecedentes que levaram o calejado militar a conceder uma entrevista para um jornalista da revista “Época”, que seria imparcial, chega - se à bestial conclusão, de que somos um bando de ingênuos, e temos muito que aprender sobre o gênero humano. Não menos incrédulos e estarrecidos ficamos quanto às estultices e ao despudor do que foi publicado. As respostas do Cel. Ustra àquela publicação e à realização da entrevista são objetivas, coerentes, puras e cristalinas. Mas quantos tomarão conhecimento? O dano foi feito, as calúnias difundidas. O inimigo é ideológico, matreiro, covarde, mesquinho e traiçoeiro, e poderá, a qualquer momento, empregar todos os meios possíveis e os inimagináveis, para desmoralizar o Exército Brasileiro, seja através da própria Instituição, seja através de seus integrantes. O Cel. Ustra e, ultimamente, o Tenente Ghidetti, são os exemplos palpáveis de um massacre que não tem limites, nem fim. Assombra - nos que a Instituição, que possui nos seus quadros um Corpo Jurídico, nada faça e permaneça inerme a levar bordoadas e ataques gratuitos. Referimo - nos às recentes manchetes, que desabrida e descaradamente publicaram que o Relatório apresentado pela Comissão Especial do Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (CDDPH), que acompanha as investigações sobre a morte de três jovens no morro da Providência, no Rio de janeiro, aponta a existência de uma “Relação Promíscua” entre as Forças Armadas e o crime organizado na capital fluminense. Como a Instituição recebe tal notícia? Impassível, não rebate? Concorda? Permite, compungida, a disseminação de infâmias, calúnias e difamações? Não tem instrumentos legais para refutar? E os seus advogados militares? Para que servem? Vai deixar passar em brancas nuvens? Não vai desassossegar ninguém? Embora a crença no nosso sistema jurídico esteja na lona, e impere o descrédito, quando não palpáveis dúvidas quanto à sua imparcialidade, cremos que, pelo menos, para mostrar alguma reação, não devem faltar instrumentos ou artifícios jurídicos para atormentar a vida daqueles que, graciosamente, se comprazem em levantar perjúrios, e publicar ou acionar através da justiça, processos contra a credibilidade da Força ou contra os seus integrantes. No alusivo à Instituição, que ponha em ação seus advogados à procura de brechas plausíveis na legislação específica, o suficiente para acioná – los em juízo e, no mínimo, causar preocupações nos seus detratores. Quanto ao Cel. Ustra é o momento de passar da defesa passiva para a defesa pró – ativa, pelo menos. Para isso, esperamos que o TERNUMA convide em aberto, para uma reunião, os militares voluntários da ativa e da reserva, que sejam advogados ou que tenham exercido a advocacia, e estejam dispostos a colaborar, para que à luz das ocorrências, façamos um levantamento das possibilidades jurídicas a serem utilizadas, desde já, atacando, decididamente, por todos os flancos. Não esperemos imóveis as próximas estocadas da esquerda. Carecemos de um mutirão, que enseje uma ação muito bem planejada, a coberto da lei ou dos seus desvãos, como sói acontecer no sistema forense tupiniquim. A revogação da Lei da Anistia tem sido uma bandeira empunhada pela esquerda. No entanto, sabemos que ela tem sido a grande beneficiada pela Lei. Não será a hora de o Exército ou qualquer entidade vir a público e pelos meios legais (?), exigir seu questionamento, e trazer à luz os crimes perpetrados pela esquerda e os seus agentes? Brasília, DF, 09 de Julho de 2008
PS: Inapropriadamente, no artigo “Prezados Militares” escrevemos, que o Cel. Ustra domava um leão por dia, na verdade, retificamos para... uma ou mais hienas.
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