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Ternuma- Bsb REFLEXÕES PESSIMISTAS Ternuma Regional Brasília Gen. Bda RI Valmir Fonseca Azevedo Pereira Os últimos episódios que atingiram como um raio (na verdade diversos tsunamis) a nossa impoluta Instituição comprovaram o que muitos já sabíamos: - o Exército Brasileiro não precisa de inimigos. Como disse um conhecido comentarista esportivo sobre um jogador “perna de pau”: - “Fulano” jogou tão mal que se anulou. - a credibilidade popular elevada (79%) é excelente para o ego em baixa, mas não serve para mais nada; - a Instituição nunca estará tão por baixo, que não possa afundar um pouco mais. Sempre haverá espaço, tempo, local e oportunidade para um novo revanchismo. Como diria o PT, “é como chutar cachorro morto”; - a criação do MD teve muitas motivações. Por certo, o emprego do EB como moeda política, implicitamente, não era uma delas. Mas, explicitamente, podia ser adivinhada. Daí, seu emprego no Morro por ordem do apedeuta, para atender às aspirações políticas do senador Crivella; - a desgraça da Força é a vitrine para a projeção de gregos e troianos. A seu modo, todos arrancaram uma lasca. O apedeuta mostra – se indignado, pretensamente, representando o clamor público. O espaçoso ministro, contrito, sob forte cobertura da mídia, move - se com graça e empáfia, e pede desculpas, em nome dos outros (assim é moleza). É tudo que ele queria. Melhor só encomendando. De resto, tiram lascas, o ignominioso Tarso, o canalha Cabral, o cara- de - pau Secretário de Segurança do Rio de Janeiro, o Mangabeira, a ala esquerda da justiça, o Jungman, o Suplicy (que já tirava a sua casquinha no caso das “bichas”), o... Do jeito que a coisa vai, ainda sentiremos saudades dos bons tempos atuais. Ainda, haverá muito choro e ranger de dentes. Brasília, DF, 19 de junho de 2008
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