Ternuma- Bsb

Portal

                                        

Febre amarela e febre vermelha

 

Produzido pelo Ternuma Regional Brasília

 

Por Paulo Carvalho Espíndola, Cel Reformado

 

 

         Um nefasto personagem da recente história brasileira - escrevo com minúsculas esse período -, o mosquito Aedes Aegypti, transmissor de uma praga que acomete o país, desde os governos democráticos “pós-ditadura”.

Interessante é que o inseto em pauta enriqueceu vários bolsos dos dirigentes de ministérios responsáveis pela saúde do povo e quase fez um presidente da República. Graças a Deus, pensava eu, crédulo ou idiota, havia gente honesta que matava mosquitos com os dinheiros da “sagrada” CPMF, criada para tirar dos catres hospitalares brasileiros moribundos e desassistidos. “Tudo pelo social”, já dizia um máximo dirigente dos novos rumos do grande engodo em que nos enfiamos na “nova república”, essa, com muito mais ênfase nas minúsculas, a grande enganação de que fomos vítimas.

Lembram-se dos beócios neo-republicanos pretendentes a “lavar” a rampa do palácio para limpar e exorcizar a ditadura? Não o fizeram porque um certo general, compromissado com a lei e a ordem, impôs a sua vontade. Os trêmulos “corajosos” não ousaram lavar nada. Antes tivessem lavado as impudências que hoje alimentam mosquitos e toda a sorte de canalhice.

Está aí o inseto, transmitindo dengue e, agora, a febre amarela, erradicada no passado pela grande genialidade e, sobretudo, pelo patriotismo de Oswaldo Cruz. Desde 1942, o Brasil não era amarílico e nem dengoso. Agora é! O grande sanitarista deve estar com vergonha.

Essa, não tenho nenhum medo de errar, é a grande realização do atual governo. Mais desgraça e mais febre, amarela agora e vermelha depois.

Está aí o “espetáculo do crescimento”. Falam em crescimento de um gigante que se desenvolve, na verdade, quando os gênios petistas estão dormindo, sem atrapalhar e envoltos em lençóis de sedas e ouvindo o tilintar de ganhos pessoais.

O ministro “top-top”, Marco Aurélio Garcia, sócio das narcotraficantes Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), no Foro de São Paulo, foi enviado por Lulla para intervir, como mediador de uma “missão humanitária”, na libertação de pessoas reféns da imoral e criminosa “verdade” marxista-leninista.

 Voltou com as mãos nos bolsos e com o cinismo que o fez famoso ao exultar com a desgraça do caos aéreo que afligiu o país. O seu “top-top” continua emblemático. Antes suas mãos sujas matassem mosquitos. Se ele os matar, indenizações e pensões mosquiteiras serão cobradas, com o quê ainda resta dos nossos bolsos.

Os amigos de Lulla meteram-se em grande confusão. A febre vermelha que advém do boliviarismo de Hugo Chávez sofreu sério revés. Sério, mais temporário. Os reféns não foram libertados e tudo não passou de uma grande mentira. Restaram Hugo Chávez como um grande palhaço e as Farc como realmente são: bandidos, terroristas, traficantes e mentirosos.

Engraçado é que Lulla não fala no assunto na mídia.

No lugar dele, os seus “ministros” da economia tratam de anunciar aumentos de impostos. Desrespeitosamente, falam que o fim da CPMF resultou na troca de seis por meia dúzia, já que pagaremos mais Imposto sobre Operações Financeiras. E a saúde? Quem matará os mosquitos? Serão as Farc?

Para essa gente, a sociedade tremer de febre é bom. Assim, um dos preceitos da febre vermelha continuará nos postulados idealizado por Lênin:

 “Fale sempre sobre Democracia e em Estado de Direito, mas, tão logo haja oportunidade, assuma o Poder sem nenhum escrúpulo”.

Chamem-me, alguns, de radical, mas, antes, tenhamos um pouco de vislumbre da História, esta sim com inicial maiúscula.