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Ternuma- Bsb
LEMBRAI-VOS DE 35! Ternuma Regional Brasília Pelo Gen Div Agnaldo Del Nero Augusto
Os comunistas tentam de todas as formas montar uma mitologia de nossa história. Segundo o historiador marxista e militante comunista Eric Hobsbaw “mais do que nunca a história é atualmente revista ou inventada por gente que não deseja o passado real, mas somente um passado que sirva a seus objetivos” Para outro historiador, igualmente reconhecido internacionalmente Carlo Ginsburg, “sem entrar nas distorções do discurso ideológico que deliberadamente deturpa a história, a historiografia moderna se propõe unicamente a convencer e o seu fim é a eficácia, não a verdade”. Dai ser possível memórias farisaicas, capengas, construídas apenas com depoimento de subversivos, precisar intitular-se Direito á Verdade, exatamente por não contê-la. Mas é distribuída por todo o país, com os recursos, o dinheiro de nossos impostos Daí a “história crítica”, distorcida e deturpada, que vem sendo distribuído pelo MEC a nossas crianças. Daí a verdadeira lavagem cerebral contida nas provas do Enade, como denunciou e demonstrou o jornalista Carlos Alberto Sardenberg, em artigo recente publicado no “O ESP”. Lavagem cerebral para milhões de alunos. Pronto, não se fala mais disso, nenhuma providência, nenhuma satisfação. Precisamos, pelo menos, recordar nossos fatos históricos, antes que se construa uma nova história e depois um novo regime. Sabemos que a insidiosa insurreição comunista de 1935 fora planejada, aprovada, apoiada e monitorada por Moscou. O conhecimento imediato do aspecto pérfido de que se revestiram aqueles fatos impressionou a todos e funcionou como um antídoto, aprofundando o natural sentimento popular de aversão ao comunismo. A partir de então, todos os anos, o 27 de novembro passou a ser lembrado em cerimônias simples de homenagem, aos bravos que resistiram e aos heróis que tombaram naquela luta, que livrou a nossa gente dos horrores do comunismo. Os que viveram aqueles episódios insólitos sentiam-se recompensados pelo reconhecimento da nação e orgulhosos de terem deles participado. A cerimônia tinha grande repercussão na imprensa até o final dos anos da década de 1980. Daí, o sensível presidente Collor recomendou que ela não mais se fizesse publicamente. Ninguém protestou, ninguém lembrou que se tratava de um fato histórico. Que esses fatos são rememorados em todos os países civilizados. Segundo artigo de nosso embaixador em Londres, as datas relativas a fatos históricos são comemorados e, nesses casos, incluem oficialmente um alerta aos jovens sobre o fascínio que doutrinas exóticas e salvadoras podem provocar. Pois aqui, já se faz a revisão da Intentona. Passados mais de 70 anos comunistas ou ex-comunistas tentam essa revisão. A bibliografia sobre a Intentona é ampla. Ao acaso. adquirimos um dos livros que a compõe. Trata-se de obra de professora universitária, que quer convencer o leitor que a Internacional Comunista foi apenas coadjuvante no episódio e que ele foi a última manifestação da rebeldia tenentista, o que é um absurdo, que evidentemente não dá para comentar num artigo. Mas podemos adiantar algumas peculiaridades sobre a obra. O volume é saudado por Elio Gaspari, como um marco na pesquisa histórica do Brasil. É o testemunho do companheiro de credo, técnica psicológica utilizada pelos comunistas, para dar credibilidade à história que desejam impor. A autora, pelo menos á época que produziu o livro, era professora de história e economia da Universidade onde está lotada e coordenadora de seu Arquivo de História Contemporânea. Sabemos que após a anistia no Brasil, ou mesmo antes, os comunistas ou ex-comunistas, inteligentemente e com a determinação que lhes é peculiar, sob a inspiração do ideólogo italiano Antonio Gramsci, se incrustaram na mídia e nas escolas, em particular nas universidades, de preferência nas cadeiras de história e, em especial nas de história contemporânea, onde contam suas versões dos fatos a uma auditório cativo, história que por sua vez já povoam os livros didáticos. Outro dia voltaremos a esse livro. Hoje, queremos prestar nossa homenagem aos heróis que se sacrificaram pela pátria em 1935. Sacrificaram para mantê-la livre e democrática. Em 1962, foi distribuído no cemitério São João Batista, onde se localizava o mausoléu dos tombados naquele episódio, antes de ser erigido o monumento votivo na Praia Vermelha, um panfleto com o título em epigrafe. LEMBRAI-VOS DE 1935 Coincidentemente quase às vésperas da Contra-Revolução de 1964. Um providencial premonição? Por tudo que vem ocorrendo no país vale lembrarmo-nos de 1935 |